domingo, 22 de maio de 2011

Diva Elizabeth

Diva Elizabeth

Hoje, aos 79 anos, perdemos a grandiosa e bela Liz Taylor.
A atriz encontrava-se internada há uma semana por insuficiência cardíaca.
Nascida em 1932 em Londres, filha de americanos, começou no cinema com apenas 10 anos, não obteve sucesso esperado na infância, mas tornou-se uma atriz reconhecida e aclamada na década de 50, vindo a receber o Óscar de melhor atriz por duas vezes; em 1961 no filme Dique Butterfild 8 e 1967 com Quem tem medo de Virgínia Woolf?







Recebeu uma homenagem especial da nossa querida boneca:
"BARBIE ELIZABETH TAYLOR - FATHER OF THE BRIDE".






DICA

Outros filmes onde Elizabeth brilhou:

Cleópatra
Assim Caminha a Humanidade
Um Lugar ao Sol


Ao invés de um minuto de silêncio, em respeito a Liz, as beijokas ficam para o proximo post.
Litlle Cherry.


"Pra não dizer que não falei de flores"




A primavera chegou!
Quero dar minhas boas vindas falando sobre uma flor que é por vários motivos especial para mim e muitos outros: SAKURA.






Sakura, em japonês, que dizer cerejeira em português. Pertence a famíliaprumos que reúne em torno de 430 espécies, dentre elas o damasco, ameixa, pêssego e a própria cereja.
Esta árvore tem sua origem nos Himalaias e foi levada pela força da natureza ao Japão, onde se adaptou tão bem que está espalhada por todo país. Algumas espécies vivem de 500 a 700 anos, as mais comuns vivem cerca de 78 anos.

Existem 12 espécies selvagens de cerejeiras e umas 50 hibridas. As espécies selvagens possuem frutos, mas não se engane, o nome cerejeira não refere-se somente à árvore que produz cerejas e sim à árvores que produzem sakuras.
No Japão, um tradicional ritual traz a cada ano, milhares de japoneses e turistas ás ruas, bosques, praças e templos; chama -se Hanami (Lê-se Ranami). Consiste apenas no fato de "contemplar as flores".

Me parece simplesmente delicioso, as pessoas convidam a família, os amigos e até colegas de trabalho para o Hanami; usam mascaras, cantam, dançam e fazem piquenique à volta das cerejeiras carregadas de sakuras.
É mágico e poético imaginar que com toda correria do mundo moderno, as pessoas ainda param só para contemplar flores, fazendo alusão a própria vida, que é breve mas deve ser vivida com a graça e beleza das sakuras.
Estas árvores florescem uma vez a cada ano e suas flores caem com sete dias, tão breve ...

Curiosidade:
Dizem que uma mulher que usa sakuras no cabelo, que expressar seu amor, está apaixonada.

Provérbio Japonês:
"O Samurai é o homem dentre os homens e a Sakura, a flores dentre as flores."
Tudo isso é muito kirei (maravilhoso em japonês), não acham!


Queridas Litlle Girls, espero que sakuras floresçam em seus caminhos!
Beijokas, Litlle Cherry.



quinta-feira, 12 de maio de 2011

SÁBIO GHANDI

Não violência que é uma qualidade do coração, não pode vir por um apelo para o cérebro.

Os fracos nunca podem perdoar. O perdão é o tributo de forte.

Liberdade e escravidão são estados mentais.

O ódio só pode ser superado pelo amor.

Não há caminho para a paz a paz é o caminho.

Cada um tem que encontrar sua paz de dentro.

Você deve ser a mudança que você deseja ver no mundo.

Sempre que são confrontados com um adversário, conquistá-lo com amor.

Minha maior arma é a oração muda.

Mahatma Gandhi

Charles Chaplin

ELE FOI O PRIMEIRO A SE REVOLTAR CONTRA A MASSIFICAÇÃO DOS TEMPOS MODERNOS

"Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos."

Charles Chaplin

IMAGINE

"Eu sou o peixe e você é o mar... eu sou a maçã e você é a árvore... Eu sou a porta e você é a chave”.

John Lennon


IMAGINE

FRUTOS


“O amor é apenas um presente, é como uma planta preciosa que a gente tem de regar, cuidar e tudo mais”


John Lennon


JOHN E JULIAN

HONRA E DIGNIDADE

A dignidade e a honra não tem preço, não tem dinheiro no mundo que pague. O maior legado que os pais podem deixar para os seus filhos é a educação e a vergonha na cara, coisa que parece estar em falta hoje no Brasil.

“De tudo o que fica é o seu nome e as lembranças de todas as suas ações.”

JOHN LENNON

“John teve uma vida magnífica. Apaixonou-se profundamente e sabia bastante sobre o coração e seus hábitos preguiçosos para jamais permitir que suas ligações essenciais ficassem estagnadas. Como outros grandes artistas, ele era um professor, e nos ensinou algo sobre a integridade. E sobre os risco. Nos ensinava a falar contra a injustiça, e isso é uma parte integral dos mais longínquos e extravagantes sonhos sobre o poder potencial da arte.”

“Durante sua vida, John Lennon jamais deixou de correr riscos; e, à medida que continuava a crescer e se desenvolver, nos revelava o que tinha aprendido com humor, intensidade e sabedoria.”

“John tinha tantos talentos que poderia ter escolhido vários caminhos. Mas ele não era cínico, era simplesmente honesto e direto, e não tolerava fingimento.”

LIVRO A BALADA DE JOHN E YOKO

LOVE STORY

"John e Yoko eram absolutos um na vida do outro. Os dois estavam apaixonados pela primeira vez, e sabiam que aquilo ia durar, sua paixão se construía no eterno presente. John Lennon teve as mais convincentes respostas sobre o amor, pois tinha uma família feliz para mostrar como prova. Sempre espantou aos céticos as proporções épicas do romance entre John e Yoko. A constância em que estavam se abraçando, ou de mãos dadas, depois de doze anos de casamento, refletiam um amor genuíno."

LIVRO A BALADA DE JOHN E YOKO


Acho esse casal muito fofo!!! Ficaram na história como exemplo de uma relação de amor e companheirismo, mais de 12 anos juntos... eternos namorados e apaixonados!!!

JOHN LENNON - WOMAN


A LEI DO RETORNO

“ A Lei de Ação e Reação, ensina que todo efeito é oriundo de uma causa, e que toda causa gera efeito, igual e contrário. Explica as diferenças da sorte. Em suma, ensina que o mal retorna a quem o faz, como igualmente retorna o bem. Conforme a sementeira, assim será a colheita...”

“Entendem alguns psicólogos que todas as pessoas revelam seu caráter e temperamento na infância. A criança, desconhecendo as convenções, pode ter maldade natural, mas não a ponto de escondê-la. A criança deixa-se levar pelas próprias inclinações. Quereis conhecer o homem? Dizem eles, estudai a criança. O homem será amanhã tal qual o menino é hoje. E o mundo de cada um é tão somente a continuidade do mundo infantil. Se o mundo da criança foi feliz, o mundo do adulto também o será...”

LIVRO SOBRE JOHN LENNON - TADEU GONZAGA MARTINS


A VIDA

A VIDA

"O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher."

Cora Coralina

domingo, 8 de maio de 2011

Nunca é tarde para homenagear Audrey

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A gente não lembrava. Mas parecia que sim. Ontem, alguma coisa dizia que nós, do Moda, estávamos realmente esquecendo uma data importante. Não é à toa que nossos dois posts de terça faziam alguma referência a Audrey Hepburn que, se estivesse viva, completaria seus 81 anos no 4 de maio de 2010. Primeiro publicamos o post sobre a Barbie mais cara do mundo, que resolvemos intitular Bonequinha de Luxo desavisadamente. Em seguida, em uma nota sobre uma nova loja que abriu em Londres, usamos Holly Golightly – personagem mais famosa de Audrey – como referência de alguém que teria gostado de conhecer a butique. Será o inconsciente coletivo?!

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É, parece mesmo que Audrey Hepburn não morreu naquele lúgubre 20 de janeiro de 1993. A atriz belga é o tipo de personalidade que marca a História por vários ângulos, assim como aconteceu com Lady Di, Marilyn Monroe e Eva Perón (com o perdão do emparelhamento de figuras tão distintas entre si, mas tão importantes para o mundo). De uma forma ou de outra, ela sempre é lembrada, tanto como ícone fashion ou atriz de raro talento. E não foi diferente com nossa equipe.

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Mas como seguimos o lema ‘antes tarde do que mais tarde’, resolvemos prestar nossa homenagem, ainda que atrasada. O que é um dia, afinal de contas, em relação à influência que Audrey traz até hoje na moda mundial. Na TV, por exemplo. Blair Waldorf, do seriado teen Gossip Girl, tem o figurino altamente inspirado na antecessora. Paris Hilton, veja só, também já se vestiu de Audrey para um ensaio fotográfico – assim como Lily Allen, Emma Roberts, Sophia Abraão, só para citar algumas poucas. Isso sem falar em personagens que seguem o estilo da musa, como a moça do filme que Lena (Penélope Cruz) faz emAbraços Partidos. Cabelo, maquiagem e figurino: Audrey da cabeça aos pés.

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Audrey nasceu em 1929, em Bruxelas. Filha de nobres – seu pai era um rico banqueiro inglês e sua mãe, uma duquesa holandesa – ela começou a fazer aulas de ballet ainda pequena. Mudou-se para Londres com a mãe quando seus pais se divorciaram e, durante uma temporada de férias na cidade de Anrhem, na Holanda, o exército nazista ocupou a cidade e Audrey pode experimentar os horrores da guerra. Ela sofreu com depressão e subnutrição. Quando conseguiu, voltou para Londres onde continuou os estudos de dança e passou a trabalhar como modelo.

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Daí para frente, sua carreira no mainstream da arte e da moda estava armada – embora ela nunca tenha se assumido como referência fashion e já tenha afirmado que era muito fácil uma mulher comum ser como ela: bastava “mudar um pouco seu penteado, comprar óculos de sol grandes e usar vestidinhos sem manga”. Ao todo, foram 31 filmes de 1948 até 1989. O primeiro que fez nos Estados Unidos, A Princesa e o Plebeu, lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. E logo ela estava encantando a América com seu charme em Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s) – o coque altíssimo, a piteira e os tubinhos longos pretos foram amplamente copiados pelas fãs.

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Além de chique, elegante, simpática e talentosa, Audrey também quis deixar uma marca humanitária em sua biografia. Assim, desde 1988 até o ano de sua morte (ela teve câncer de apêndice), Audrey trabalhou como embaixadora especial da Unicef ajudando crianças na América Latina e na África. Para encerrar, foi eleita uma das cem maiores estrelas de cinema de todos os tempos pela Empire Magazine, em 1997. Portanto, dá para entender por que Audrey é lembrada em qualquer ocasião que apresente as mulheres mais marcantes da história: é simplesmente impossível viver sem ela. Um brinde à eterna bonequinha de luxo.

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